terça-feira, 3 de abril de 2018

PENSAMENTO DE TERÇA-FEIRA, 03 DE ABRIL DE 2018


Omraam Mikhaël Aïvanhov - Português

Pensamento de terça-feira 3 de abril de 2018
"Vós gostais de poesia, ledes poemas, provavelmente até escreveis alguns... Está muito bem, continuai, mas ficai a saber que a verdadeira poesia não está na literatura, a verdadeira poesia não se escreve, é uma qualidade da vida interior. Só sabereis verdadeiramente o que é a poesia no dia em que puserdes a vossa vida interior em harmonia com as imagens, os ritmos e as melodias do mundo da alma e do espírito.
Aqueles que gostam verdadeiramente de poesia sentem que ela deve começar neles mesmos e esforçam-se por pensar, sentir e agir poeticamente, mantendo em si estados de consciência límpidos e luminosos. São esses estados de consciência que criam a verdadeira poesia: aqueles que os vivem são inspirados, sentem-se como que atravessados por uma corrente, pois, interiormente, estão ligados ao mundo da harmonia; e devem fazer tudo para se manter nesses níveis elevados da consciência."
Omraam Mikhaël Aïvanhov

COMENTÁRIO MEU SOBRE UMA OPINIÃO PUBLICADA

·Comentário que deixe numa postagem, onde era dito que não adiantava mudar os agentes públicos enquanto o povo continuar sendo ovelha.
Certíssimo! Ovelhas conduzidas para as pastagens dos campos de futebol; para as catedrais do consumo, que dão pelo nome de centros comerciais; para a vida nocturna; para as matanças de animais, como sejam as touradas e as festas das tradições da matança do porco; para os desfiles carnavalescos, que tanto barulho fazem, poluindo o ambiente e matando os cães, rebentando-lhes os ouvidos com bombas; para a motonáutica desportiva, que tão poluente é nas sagradas águas, envenenando o plancto, alimento dos peixes... E muito mais pastagens, incluindo a pastagem do plástico que as ovelhas largam por aí, depois de esvaziaram os sacos da ração, e que vão parar aos mares e sufocam os habitantes destes... Mais a pastagem do papel, onde ela "comem" excessivamente, obrigando as produtoras deste a laborarem excessivamente e a enviarem os seus resíduos para os rios... Mas que ovelhas dispensam os embrulhos e os laçarotes para meterem a hipocrisia das prendas?
(Florinda Rosa Isabel)

RECADO QUE DEIXEI NO FACEBOOK

A todos os internautas aos quais a carapuça sirva:
Em primeiro lugar, informo que nada do que eu falar a meu respeito é a lamentar-me, ok? A maior parte das amigas da minha juventude, ou já morreram ou se encontra em Lares, algumas que visitei nem me reconheceram.
Mas eu tenho limitações físicas, congénitas, sempre tive de viver com elas, desde criança, o que me afecta em termos de tempo disponível por aqui. E, para postar aquilo que acho de interesse geral, tenho de dispor de muito tempo e de me sujeitar a permitir notificações, quando o assunto merece. E, mesmo depois de aceitar, ainda pespegam com alguns anúncios. Outros sites, informam que, se gostei, deixe um joínha (gosto) e partilhe com os amigos.
Depois, chego aqui com a papinha pronta, alguns vêm aqui encher o prato e nem agradecem à cozinheira , deixando uma gorjeta com um gosto em cima da mesa...
Não é justo!
Florinda Rosa Isabel

segunda-feira, 2 de abril de 2018

PENSAMENTO DE SEGUNDA-FEIRA, 02 DE ABRIL DE 2018

Omraam Mikhaël Aïvanhov - Português

Pensamento de segunda-feira 2 de abril de 2018
"A lei do tempo é implacável, nada lhe resiste. Quando um edifício envelhece, torna-se evidente que ele tem de ser reparado; esta constatação também se aplica ao ser humano: o seu eu tem de ser renovado, rejuvenescido, iluminado, isto é, reconstruído sobre novas bases, com materiais novos.
Vós perguntareis: «Mas como é que podemos reconstruir o nosso corpo?» Não se trata de reconstruir nem sequer de rejuvenescer o corpo físico, não se pode impedir que ele envelheça. Mas esse envelhecimento deve ser compensado pela construção do corpo espiritual, graças a uma matéria inalterável que se encontra muito alto, nos planos subtis. Pela meditação, pela contemplação, nós podemos atrair as partículas dessa matéria e introduzi-las em nós para construirmos um corpo novo, a que se chama “corpo da glória”. Era isso que São Paulo queria dizer, quando falava do velho Adão que devia renascer em Cristo."
Omraam Mikhaël Aïvanhov

OCULTO REVELADO: A VERDADE: Chemtrails Causam sérios Danos ao Cérobro

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5 maneiras de evitar a energia negativa dos outros

domingo, 1 de abril de 2018

NÃO É UM SINO POLUIDOR SONORO QUE...

NÃO É UM SINO POLUIDOR SONORO QUE...
...que nos leva a encontrar Deus, porque Deus não está fora de nós_é dentro!
Encontrei algo escrito num boletim publicado pelo Seminário de Alfragide_Portugal, onde era manifestado o descontentamento em relação ao ruído desnecessário que a Igreja faz na chamada dos fiéis para a Missa. E perguntava, a dada altura: «Será que nós precisamos de poluir o ambiente com tanto barulho, para anunciarmos que vamos celebrar a missa? Que vamos entregar a Palavra do Senhor?»
Mas ele também dizia que nenhum sacerdote tem poder para mudar isso, pois existem hierarquias.
Hoje, ao ouvir a chinfrineira emitida pelo sino da paróquia do local onde resido, concordei absolutamente, pois aquilo era ensurdecedor, até muitos metros afastados da igreja. Imagino como será, quem mora ali mesmo ao lado, como o Lar de Idosos dentro das próprias instalações da dita cuja, alguns com pouca saúde! Também existem prédios defronte da igreja, só divididos por uma rua um tanto estreita.
Apesar de as "testemunhas" serem muito maçadoras, ainda prefiro ouvir o toque da campainha, pois não as atendo e elas vão embora. Mas o sino incomoda o bairro inteiro!
Que diacho! Será que os crentes se esquecem da missa, é preciso lembrá-los? Ou chamá-los, como é hábito dizerem: «Chamar os fiéis para a missa»...
Todos sabem a que horas são as missas. Se as beatas sabem a que horas chega e sai a vizinhança, não hão-de saber a que horas são as missas!
Quanto ao sexo oposto, onde também há muitos "devotos", não precisam do toque do sino, basta anotarem, tal como anotam os dias e horas dos campeonatos de futebol, pois muitos deles vão a discutir o assunto até à chegada à igreja e retomam-no à saída.
Florinda Rosa Isabel