Agora, até dão prioridade à vida do ratos de cano, chamando-lhes domésticos e aconchegando-os em xailes cor-de-rosa, como se fossem bebés!A mesma pessoa que vim fazer isso, mostrou um vídeo com o seu gato a comer "peixinho" ,segundo esclareceu a protectora da ratazana! Afinal, em que ficamos? Os peixes também sãoseres vivos e, afinal de contas, antigamente os gatos caçavam e comiam os ratos, andavam bem mais nutridos do que agora, com rações feitas com restos de outros animais, não existia esta praga destruidora dos celeiros dos pobres agricultores que vivem doseu trabalho; não apareciam tantos bebés que vivem em barracas, roídos; não iam tantascrianças às urgências por terem colocado as mãozitas em cima de locais com urina seca, infectada, levando-as de seguida à boca, também moradoras em casebres de gente pobre que, se calhar, nem têm possibilidades de agasalhar suas crianças, que sofrem, de cada vez queo vento e a chuva desmancham suas "paredes" de cartão, enquanto os ratos do cano são agasalhados!Deixem o peixe no mar, para alimentação de outras espécies marinhas e permitam que os gatossejam felizes a caçar rataria, essa praga imunda que tudo destrói! São criaturas de Deus, como afirmam suas protectoras? E os animais abatidos para fazerem as latinhas de comida para os gatos,são o quê? Criaturas do Demo? (Florinda Isabel)
Triste inversão de valores!
O mundo enfrenta a pior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. Segundo organizações como a Anistia Internacional e a Comissão Europeia, mais de 350 mil imigrantes atravessaram o Mediterrâneo desde janeiro deste ano e mais de 2.643 pessoas morreram no mar quando tentavam chegar à Europa.
A face mais cruel da crise migratória na Europa foi evidenciada nesta quarta-feira com uma foto marcante de uma criança encontrada morta na costa da cidade turca de Bodrum. O motivo já é conhecido. o menino estava em um barco de refugiados que afundou ao tentar chegar à ilha de Kos, na Grécia.
"Se estas imagens com poder extraordinário de uma criança síria morta levada a uma praia não mudarem as atitudes da Europa com relação aos refugiados, o que mudará?", questiona jornal britânico Independent. "Enquanto os líderes europeus progressivamente tentam impedir refugiados e imigrantes de se acomodarem no continente, mais e mais refugiados estão morrendo em seu seu desespero para escapar da perseguição e alcançar a segurança".
Enquanto isso, a mesma mobilidade para se salvar as baleias, não se encontra entre os homens com vistas a "salvação" dos seus semelhantes.

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