terça-feira, 9 de junho de 2015

2ª(...CONTINUAÇÃO) EM TEMPOS DE PÁSCOA_A EPÍSTOLA DA MULHER

   Apesar das alterações introduzidas aos Evangelhos, eles continuam a ser importantes como marco a guiar a humanidade para o Bem e para a Espiritualidade.
    A finalidade, neste caso, é o resultado obtido com o relato. Qual a importância do conhecimento da verdade dos factos em relação à Fé?
     Cada um que aceite aquilo que acredita, pois o importante é pôr em prática a Lei do Perdão, a Lei do Amor e todas as outras que lhes são inerentes.
     Independentemente disso, apenas divulgamos a verdade para que ela seja conhecida, como aliás muitos gostariam de a saber.
    Por exemplo, um dos mitos que se conta é a viagem de José e Maria (eu) a Bethlehem em Judá, antes do nascimento do menino, por causa de um recenseamento organizado por Roma sobre a sua ocupação ao nosso território.
    A Verdade é que NUNCA EXISTIU TAL RECENSEAMENTO.
    Roma nutria  desprezo pelo povo Judeu, nunca se interessou em tal acto político connosco.
    A viagem deu-se de verdade mas foi por razões iniciáticas,
    Devido a Instruções recebidas por parte dos Veneráveis, o menino deveria nascer numa caverna que estava ligada por uma passagem interna com o Grande Representante, o Venerável, a Quem  Abraham pagou o dízimo de tudo, o Hierarchas.
   Deveria ser o Seu nascimento acudido por um núcleo disciplinar interno de BETH-HA-EL,  dos Mestres da Sabedoria.
    Estes são acima de qualquer Sumo Sacerdote e fazem parte da Fraternidade dos Iluminados.
    Naqueles tempos, a energia que ocupara  em tempos os focos de Iluminação no Oriente, em vários pontos da Índia, Paquistão, do Império dos Filhos do Céu, do Império do Sol, etc, estava em forte representação no nosso território, havendo a Confraria dos Esséneos como a mais externa e outras mais exteriorizadas.
   O poder Sacerdotal, sediado em Jerusalém não representava nada, uma vez que os representantes do clero, mais uma vez, haviam-se subvertido.
   Para acabar com tudo, havíamos sido invadidos por Roma e estávamos a ser destruídos mas nossa tradições por esses estrangeiros.
    Já nada nos restava.
    Inclusive, os Esséneos estavam também em crise interna.
    Era a hora em que tudo declina e as trevas tudo invadem, a hora do Despertar.
    Os grupos internos estavam a trabalhar para que um grande Mestre se expressasse. Ele veio e fui a escolhida para isso.
   Narrarei agora alguns factos desse tempo do seu ministério.
   José, o meu marido, era bem mais velho do que eu. Quando morreu no acidente (José era Arquitecto e estava a trabalhar na construção de um palácio quando caiu e morreu), Jesus ficou com 14 anos e assumiu o seu trabalho de me ajudar a educar os irmãos. Nessa tarefa fui ajudada pelos irmãos mais velhos de Jesus, filhos do anterior casamento de José (uma vez que ele era viúvo e tinha cinco filhos quando ingressou na Comunidade Essénea).
     Depois que Jesus deixou orientada a vida da família, partiu rum ao Oriente numa das muitas caravanas que vinham por ali. Para mim e para os seus irmãos foi muito doloroso o momento dessa separação, mas Ele, resoluto, partiu, dizendo que tinha de se preparar para as obras de Seu Pai.

(Continua...)

Florinda Isabel











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