domingo, 3 de janeiro de 2016

RIO ABAIXO,RIO ACIMA...


RIO ABAIXO, RIO ACIMA...

No meu concelho passa um Rio (com maiúscula, porque é a "personagem" principal), que tem sido vítima das más decisões políticas e da ignorância e ganância  das populações em geral.
Há muitos anos, não posso precisar quais eram os governantes que estavam no poleiro, houve um acordo sobre as águas desse  Rio, que é comum aos dois países, Portugal e Espanha, ficando nós a perder bastante no acordado, porque do lado de Portugal estavam a dormir...
(MAS NINGUÉM PROTESTOU!)
 Assim, quando a vizinha Espanha está a afogar nas cheias... lá vai água! Quando é ano de seca, os espanhóis até chupam o Rio com uma palhinha... Depois, há imensos protestos, face aos prejuízos, tanto pele falta como pelo excesso...
Há muitos anos, uma certa empresa veio corrida desde os lados de Coimbra, onde pretendia construir uma Central Térmica. Já vencida pelo cansaço das corridas, descansou à beira do tal Rio, na zona de Abrantes. Gostou do local e encetou negociações com  o presidente da autarquia. Ele pensou em recusar, pelos mesmos motivos das autarquias anteriores: POLUIÇÃO dos bons ares de que se gozava no momento.
O manda-chuva da empresa ofereceu-lhe... um saco de (...) boas oportunidades de emprego (kkkkkk!) para o pessoal da zona, e ele aceitou! 
MAS NINGUÉM PROTESTOU!
Os prejuízos têm sido demasiados, os pequenos agricultores da zona, que se estende até ao meu concelho, têm sofrido imenso, as hortícolas queimadas, devido à  demora na mudança dos filtros. Aqueles que estão colectados, podem apresentar a conta dos prejuízos à Central térmica. Os que cultivam  para consumo próprio, não.
Devido à escassez do Rio, a Central precisou de apurar mais água e mandou subir o muro do  açude...No meu concelho, é uma aflição, porque não deixam subir os peixes...
Terão de ir pescar  pela parte  de baixo do açude, tal como os pescadores dos concelhos mais acima do meu tiveram que fazer, quando, neste, construíram uma barragem, há muitos anos, era eu ainda adolescente... Também cortaram o livre-trânsito aos escamudos...
MAS NINGUÉM PROTESTOU!
Agora, é viral na internet e até já chegou à Comunidade Europeia, fotografias de montes de peixes mortos...
Todas as causas têm seus efeitos, mas a ignorância/ganância, só mostra consumismo e lucro fácil!
As grandes superfícies são umas destruidoras de papel, com tanta publicidade! Tudo por ganância, venderem mais, seduzindo com as suas falsas promoções... O povoléu, fica de boca aberta a admirar os lugarejos, que não têm mais nada para fazer (tudo o que for melhoramentos é "lá com as autarquias"), nem se "lembram" de investir capital e tempo para agasalhar as crianças mais necessitadas lá do sítio, dedicam-se a tapar o sol com flores de papel, atravessando as ruas do cimo de  umas casas para outras...
Bom! Havia muito mais para dizer, mas para o que pretendo, chega.  Ora, as empresas de celulose ficam encantadas e convencem os ignorantes camponeses a acabar com os pinheiros, que demoram muitos anos na "adolescência" e dedicarem-se aos eucaliptos, que  se tornam "adultos" em pouco tempo. Eu bem os ouvia a comentar: «Fazem-se em pouco tempo, ainda recebo ali qualquer coisa de jeito!» Daí a pouco tempo, eram os queixumes, a água começou a faltar nas hortas mais próximas... Os eucaliptos vão estendendo as raízes por longas distâncias em busca de água... Encadeando e resumindo: o ser humano é um destruidor de papel; as empresas de celulose têm de produzir mais; o homem fornece-lhe a matéria-prima para elas funcionarem; e elas largam o seu "cocó" nos rios, deixando-os acastanhados e os peixinhos sem vida...

(Florinda Isabel)























(3º/último) NOVA LUZ SOBRE OS EVANGELHOS (OS ODRES)

(3º/último)NOVA LUZ SOBRE OS EVANGELHOS (OS ODRES)

(continuação)

Os que temem o Espírito não sabem muito bem a razão disso, mas sabem instintivamente que há algo a temer: terão de abandonar os seus velhos hábitos. Na realidade, não há nada mais belo do que poder captar as correntes espirituais: essa luz, essa força, essa alegria que nos chega todos os dias, esse amor que atravessa as almas a cada instante. Se detivermos estas correntes por causa das nossas fraquezas, dos nossos pensamentos negativos, é porque os nossos odres não estão ainda prontos para receberem o vinho novo. São odres velhos e devemos substituí-los.
As células do nosso corpo renovam-se constantemente; todos os dias há células gastas, doentes, que são substituídas por células sãs. Este processo de renovação estende-se por sete anos. De sete em sete anos, todas as moléculas e todos os átomos do nosso corpo foram substituídos por outros. Direis vós: «Mas, então, todo o nosso ser foi já renovado!» Não, porque, mesmo que ao longo desses sete anos todas as nossa células tenham sido substituídas, há que considerar que cada célula  tem um memória, ou, se quiserdes, hábitos que que transmite àquela que a substitui, sob a forma de registos etéricos. Os pensamentos e as energias circulam nestes registos como se fossem sulcos bem traçados. É isto que explica que as novas partículas, ao tomar o lugar da antigas, herdem a sua memória. Embora tenham decorrido sete anos, a células encontram-se nos mesmos estados, muitas vezes até em estados inferiores.
Que idade tendes? Quantos períodos de sete anos já vivestes? Todavia, permaneceis fiel aos mesmos hábitos, tendes a mesma maneira de pensar, repetis as mesmas asneiras! O facto de as vossas células terem sido renovadas não é suficiente para que todo o vosso ser seja completamente regenerado. O vosso corpo está transformado, mas as tendências, os hábitos, continuam a ser os mesmos, porque as novas partículas sofreram as influências dos registos antigos ou, digamos, da antiga memória.
Para alguém se transformar realmente, tem de mudar a memória das suas células. À medida que as novas células forem substituindo as antigas, é necessário impregná-las de novos pensamentos e novos sentimentos. Sim, se se for consciente, poder-se-á "renovar os odres" à medida que se for vertendo neles o vinho novo de um ensinamento espiritual. Senão, se se continuar a viver nas mesmas desordens e com os mesmos hábitos perigosos, produzir-se-ão fermentações nos odres. É por isso que, ao mesmo tempo que recebemos este ensinamento espiritual, devemos transformar a memória das células, trabalhando para introduzir em nós novos elementos, velando pela pureza do que comemos e bebemos, do ar que respiramos  e de tudo o que absorvemos, tanto visível como invisível. (1). Só então poderemos receber sem receio uma nova filosofia e novas correntes espirituais.
Jamais encontrareis um verdadeiro Iniciado que vos dê receitas que vos tornarão sensatos e fortes de um momento para o outro. A transformação dos seres só é possível por intermédio de um trabalho ininterrupto em cada dia. Se alguém vos disser: «Aqui tendes esta fórmula, estes pantáculos, estes processos mágicos; eles salvar-vos-ão instantaneamente», isso serão mentiras de uma cultura que tem interesse em vos enganar. Um verdadeiro Mestre dir-vos-á: «Meus filhos, tudo é possível, mas apenas se vos esforçardes; desse modo, o que obtivestes terá penetrado tão profundamente em vós, que ninguém vo-lo poderá tirar.» Nada do que se obtém por meios imediatos, por processos mágicos, pode ser duradouro. Pouco tempo depois, perde-se tudo o que se julgava possuir, porque essas aquisições não vieram de dentro, por esforços pessoais.
Existem Mestres que, num instante, poderiam desenvolver em vós toda a espécie de qualidades, mas não o fazem, porque elas não durariam. O amor, os conhecimentos, os poderes, não poderiam vir de fora como se e deitasse vinho numa garrafa. Somos nós que devemos trabalhar todos os dias para transformar nossos "odres". Infelizmente, todas as escolas em que se pedem esforços não têm muito sucesso, ao passo que aquelas em que se prometem todas as bênçãos sem ser necessário fazer nada há sempre uma multidão. É por isso que os verdadeiros ensinamentos não atraem discípulos.
O Céu está a preparar o envio de correntes poderosas, semelhantes a um vinho novo, e os odres que não estão preparados para suportar este vinho da renovação não poderão subsistir, porque o mundo invisível quer encher todos os odres tanto os  velhos como os novos. Isto significa que está a chegar a época em que os grandes mistérios serão revelados. A humanidade é composta de odres velhos e novos, mas, novos ou usados, pouco importa; quando o vinho for trazido, não haverá escolha: todos serão cheios. Os novos subsistirão; e se os velhos rebentarem, paciência! O que e há-de fazer?

(1), referência a algumas práticas espirituais erradas,  ensinadas por falsos mestres, que podem ser perigosas e introduzir em nós algo nocivo, vindo do baixo astral.

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 (Finalizado sobre os Odres)

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Do Livro: «Nova Luz Sobre os Evangelhos», de palestras o vivo de Omraam Mikhael Aivanhov.
Colecção Izvor
Éditions Prosveta (França)/ Publicações Maitreya (Portugal)

(Florinda Isabel)














sábado, 2 de janeiro de 2016

(2º) NOVA LUZ SOBRE OS EVANGELHOS. (OS ODRES)

 (2º) NOVA LUZ SOBRE OS EVANGELHOS (OS ODRES)

(continuação)

    Por vezes, há pessoas que vêm procurar-me para se lamentar, dizendo: «Antes, eu sentia-me muito melhor. Comia, bebia, fazia asneiras, divertia-me... e sentia-me bem. Mas depois de ter começado a esforçar-me por seguir o Ensinamento da Fraternidade Branca Universal  não me sinto bem, é como se tivesse começado a dar-se em mim uma fermentação. Realmente, este ensinamento não serve para mim.»Tais pessoas não compreendem o que se passa nelas e, em vez de evoluírem normalmente, lamentam-se, desanimam e recuam. O que significa isto? Que elas são velhos odres nos quais ainda é prematuro verter o vinho novo!
   Observai-vos a vós mesmos, observai os outros, e verificareis que, ao aceitarem um Ensinamento, por mais divino que ele seja, ao fim de um mês, seis meses, um ano (depende das pessoas), os seres começam a cair nas maiores contradições; tornam-se irascíveis ou depressivos e, até, em vez de intensificarem o lado positivo neles, o único resultado é o de desenvolverem o seu lado negativo, porque cada novo pensamento, cada novo sentimento produz neles fermentações interiores. 
    Ao escutar-me, ireis pensar que é muito perigoso  aceitar o nosso Ensinamento, embora ele seja realmente puro e divino. Não; não há perigo algum, mas primeiro é preciso saber uma coisa: que se deve preparar em si uma forma sólida capaz de conter e suportar uma filosofia, uma ideia, um Ensinamento, que são novos.  Ninguém pode receber uma filosofia nova sem se harmonizar previamente com essa filosofia, sem fortalecer e preparar o estômago, a cabeça, os pulmões e todo o seu organismo para poder resistir à tensão que as novas correntes irão produzir. Não imagineis que as correntes de amor e de luz são fáceis de suportar. Pelo contrário, pode dizer-se que os humanos estão melhor preparados para o sofrimento, para as dores e as decepções, do que para a inspiração e as correntes mais elevadas. Muitas vezes, dir-se-ia mesmo que lhes agrada estarem mergulhados nas complicações e, se um dia recebem uma inspiração muito luminosa, parece que fazem tudo para se desembaraçar dela. Por que é que eles fazem isso? É tão raro e tão precioso receber uma inspiração divina!
     Se os humanos soubessem que melhorias fisiológicas, químicas, psicológicas, ocorrem sob a influência de ideias divinas! E é justamente esta oportunidade que eles recusam! Onde encontrarão eles, depois, ocasiões para se transformar? Um dia, lamentarão ter agido assim e dirão: «É verdade. Quantas vezes eu afastei a luz porque tinha medo do Espírito em mim!» Tenho notado que muitas pessoas não temem o inferno, os diabos, os sofrimentos, a desordem e tudo o que é inferior, mas têm o maior dos receios do Espírito e dos estados de consciência sublimes. Por um lado, têm uma certa razão, porque sentem que não são um odre novo: ainda necessitam de viver a vida inferior e, instintivamente, receiam, não poder suportar esta nova vida, este alargamento de consciência.

(continua)

(Florinda Isabel)














sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

PENSAMENTO DE SEXTA-FEIRA, 01 de JANEIRO DE 2016

Omraam Mikhael Aivanhov - Português
18 h
Pensamento de sexta-feira 1 de janeiro de 2016
"Há centenas de anos, um pastor, na montanha, divertiu-se a traçar, com o seu cajado, um pequeno sulco no solo. O que é um pequeno sulco?... Mas depois vieram a chuva, a neve, o gelo, o vento, o sol… E, pouco a pouco, aquele sulcozinho foi ficando mais cavado, alargou-se, até se tornar o leito de uma torrente. Isto não passa de uma imagem, mas ela ensina-nos que o mesmo fenómeno ocorre com o ser humano. Cada pensamento, cada sentimento, é como um sulco que ele traça na sua terra interior, e todas as forças psíquicas e espirituais que circulam no espaço contribuem também para tornar esse sulco mais fundo e mais largo.
Hoje começa um novo ano… Não é um bom momento para traçardes conscientemente um sulco na vossa alma? Concentrai-vos num pensamento divino, formulai um desejo divino, e vivei durante todo este dia de tal modo que ele se imprima em vós. As forças celestes serão alertadas e virão apoiar-vos nos vossos esforços. Todos os dias elas estarão lá para vos dizer: «Lembra-te de que, no primeiro dia do ano, tu traçaste um sulco; continua a alargá-lo e a torná-lo mais fundo!», e, se as escutardes, se continuardes pacientemente o vosso trabalho, um dia sentir-vos-eis atravessados por um rio de luz."
Omraam Mikhaël Aïvanhov

(1º) NOVA LUZ SOBRE OS EVANGELHOS: «OS ODRES»

(1º) NOVA LUZ SOBRE OS EVANGELHOS «OS ODRES»

    «Ninguém põe um remendo de pano novo num fato velho, porque o remendo arranca uma parte do fato e o rasgão fica pior. Também não se deita vinho novo em odres velhos, senão os odres rompem-se, o vinho entorna-se e os odres estragam-se. Mas deita-se o vinho novo em odres novos; e desta maneira conservam-se o vinho e os odres.»
                                                                                                                             São Mateus, 9: 16-17

     Certamente estas  frases não são novas para vós, porque são citadas muitas vezes; mas penso que elas contêm verdades que ainda não imaginais e que deveis conhecer. Que significam  as expressões: "odres velhos", "odres novos"? Actualmente, põe-se o vinho em tonéis. No passado, utilizavam-se odres _ peles de animais cosidas em forma de saco_ e não se podia guardar o vinho novo em odres velhos, porque no vinho novo produzem-se fermentações e libertam-se gases que destruiriam os odres usados, e o vinho derramar-se-ia. Punha-se, pois, o vinho novo em odres novos, sólidos, capazes de resistir a pressões muito fortes.
     O que representa o processo de fermentação, do ponto de vista científico? A fermentação é uma decomposição natural da matéria orgânica. Existem diferentes formas de fermentação e algumas foram estudadas pelos alquimistas, que conseguiam por intermédio delas os elementos necessários à obtenção da pedra filosofal. Também no homem se podem produzir fermentações de toda a espécie, não só nos seus órgãos físicos mas também no seu coração e na sua mente, isto é, nos seus sentimentos  e nos seus pensamentos.
     Quando Jesus dizia «Deita-se o vinho novo em odres novos, e conservam-se o vinho e os odres», ele comparava o seu ensinamento ao vinho novo, porque este ensinamento devia ser derramado em seres sólidos. resistentes, capazes de suportar todas as mudanças que ele obrigatoriamente produziria neles, porque, tal como o vinho, um ensinamento iniciático não é uma coisa morta; pelo contrário, ele vive, e a sua vida acarreta toda  a espécie de consequências. O odre representa o ser humano, e neste odre existem ainda, se assim podemos dizer, uma quantidade de outros odres: a cabeça, os pulmões, o estômago... O coração, o intelecto, a alma, também são odres e, se não se presta atenção ao que se introduz neles ou se descura a sua manutenção, os resultados são deploráveis.

   (continua)

    (Florinda Isabel)
   
 
















UM ENSINAMENTO SOBRE A NECESSIDADE DE RESPEITAR A PALAVRA DIVINA

Um Ensinamento Sobre a Necessidade de Respeitar a Palavra Divina

João, o Amado

17 de Junho de 2010

Eu sou João, o Amado.

Vim continuar a nossa conversa sobre a Palavra de Deus.
Falaremos hoje sobre a distorção da Palavra Divina. Como e por que é que isso acontece. Raramente pensam que, quando falam, cada palavra gera uma vibração definida e é colorida pelo vosso estado de consciência no momento em que as pronunciam.
É necessário um certo afastamento e distanciação da vaidade  do mundo para se ser capaz de interpretar a essência interior das palavras pronunciadas. Na verdade, é possível descobrir tudo sobre vocês a partir daquilo que dizem e do modo com dizem. As vibrações do discurso proporcionam uma visão total do nível de desenvolvimento da consciência de cada um.
O discurso reflecte obedientemente o estado dos quatro corpos inferiores. Por isso, para transmitir a Palavra  de Deus, foram utilizadas pessoas especialmente treinadas para minimizar a possibilidade de distorção dessa Palavra. E, em momentos diferentes, também foram usados diversos métodos diferentes para a transmitir.
Por exemplo, quando eu escrevi as palavras da Sagrada Escritura, penetrei num estado de profunda paz interior. Lembrava-me sempre daqueles minutos de alegria que vivi perto de Jesus, o meu Mestre. Estava tão inspirado pela imagem do meu instrutor que ocupava a minha mente, que as palavras fluíam do meu ser directamente para o papel. Cada palavra foi colorida pelo meu Amor e estado de felicidade. Isso era realmente um processo de co-criação com Deus e as hostes celestiais. E sob o efeito desse estado de consciência, revelei muitos segredos.
Mais tarde, só os monges muito puros e inteiramente dedicados a Deus é que foram autorizados a traduzir e reescrever as palavras da Sagrada  Escritura. Mas, como cada pessoa é imperfeita, mesmo esses homens santos deixaram as suas vibrações no texto, que deixou de ser o texto original.
Agora, gostaria de falar no  vosso tempo. Vivem num tempo terrível, incapaz de perceber a responsabilidade imposta pela transmissão da Palavra. E, por isso, não pensam muito sobre as vibrações que as vossas palavras projectam sobre o mundo. E como os meios modernos vos permitem facilmente reproduzir todas as palavras, o karma do seu abuso é muito pesado. Em essência, estão criadas as conduções para um destino funesto para a actual civilização.
Se vulcões podem entrar em erupção e as rochas podem desabar sob o efeito de pensamentos desarmoniosos, é fácil prever o efeito que as palavras podem ter no vosso mundo. Eu gostaria que recuperassem  uma atitude reverente perante a Palavra porque a sua distorção é um dos maiores pecados. Devem caminhar cuidadosamente pela vida.  Até mesmo uma formiga deve ser respeitada quando caminham. O abuso da Palavra é infinitamente mais pesado para o vosso karma.
Muitos fazem voto de silêncio. E, seguindo esse ritual sábio correctamente, é possível salvar muitas almas. É melhor não dizer nada do que falar em vão. O pior é  que, no momento em que recebem a retribuição kármica pelas palavras apressadas e levianas que proferiram, culpam Deus e queixam-se da vida, sem perceberem que  a lei da retribuição se limitou a dar-vos o que semearam anteriormente.
É por isso que, hoje, gostaria de vos lembrar que a palavra pode literalmente destruir o planeta, especialmente se for acompanhada de um foco de energia dirigida.
É por isso que é muito razoável limitar o fluxo de energia que vem do mundo Divino para os vossos corpos. É uma medida muito sensata. No entanto, é necessário que a Palavra Divina chegue ao vosso mundo. Caso contrário, não serão capazes de manter as orientações da consciência e perderão o sentido do movimento ascensional.
A Palavra integrada nas nossas mensagens é transmitida de uma maneira especial. No momento da sua transmissão, é estabelecido um silêncio especial e o espaço obedientemente repete o pensamento que foi transmitido de nosso mundo para o vosso mundo.
Essa técnica de transmissão Palavra nunca foi utilizada por nós antes. Mas a presença da Palavra é necessária ao vosso mundo. É por isso que usamos todos os caminhos possíveis para chegar aos vossos corações. A nossa voz mantém as vibrações Divinas. No entanto, o ouvido não consegue distinguir essas vibrações entre as muitas fontes de informação que falam em altos berros. Mas as pessoas, cujo ouvido está sintonizado com a nossa frequência podem ouvir-nos e partilhar a doçura do nosso mundo.
Quando transmiti a Palavra de Deus, tive a oportunidade de fazê-lo no silêncio da solidão. Não havia tantos obstáculos como agora. Mas, mesmo assim, continuamos a vir e a trazer as nossas mensagens.
O mundo não pode existir sem que, pelo menos algumas pessoas encarnadas, mantenham as vibrações do seu coração a um nível suficiente elevado. Os corações são como pequenos transmissores que emitem uma onda em particular. E as almas sintonizadas com a frequência Divina podem escutar essas vibrações. Para muitas, isso representa uma autêntica tábua de salvação no mundo da ilusão. E é graças a isso que capturamos as almas que são nossas a partir do mar da ilusão.
Nunca percam a esperança. Se forem sinceros e dedicados a Deus é apenas uma questão de tempo até ouvirem o nosso apelo. Mas não é fácil ouvi-lo no vosso mundo. É por isso que é necessário manterem os ouvidos sempre prontos para perceberem as vibrações do nosso mundo e protegê-los contra tudo o que possa ensurdecer as vibrações Divinas.

Têm que fazer aqui o vosso melhor. E nós faremos todo o possível da nossa parte.

Eu sou João, o Amado, preocupado com as vossas almas.
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Do Livro «Palavras de Sabedoria_Mensagens dos Mestres, Tomo III», pág. 316/318.
Mensageira: Tatyana Mickushina.
Tradutor: José Caldas.
Edição: Euedito/Publicações Maitreya_Portugal.
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(Florinda Isabel)


























MINHA MENSAGEM DE ANO NOVO

MINHA MENSAGEM DE ANO NOVO


Desejo a toda a Corrente de Vida do Planeta Terra, neste ainda bebé 2016, tudo de bom, com ênfase para o Discernimento, e que em nenhum momento seja esquecido que todo os  viventes não-humanos estão integrados nesta Corrente e, portanto, se um humano destrói um deles destrói-se a si próprio, pois todos somos UM. Igualmente desejo um maior respeito pela Mãe-Terra, também a ausência de barulho desnecessário, incluindo o da terrível  música criada para destruir seus apreciadores, rock e afins; também desejo que acabe a tradição assassina de serem assinaladas as datas festivas com foguetes, bombas e rojões, que tanto prejudicam os integrantes desta Corrente, cuja audição diferente da humana (cães, por exemplo) não suporta e morrem ou, assustados, fogem e são vítimas de atropelamentos. Desejo que colaborem nos esforços autárquicos em prol da higiene/saúde e coloquem dentro dos respectivos recipientes o lixo seleccionado e não o deixem no chão ou junto da porta dos vizinhos. Desejo que deixem de se manifestar ruidosamente quando seus clubes ganham, incomodando quem precisa dormir ou, até, quem estiver doente; desejo que haja moderação nas comemorações, evitando que  tanta árvore seja destruída, só para  o papel de fantasia  para embrulhar as prendinhas e as prendotas, mais os lacinhos e as laçarotas...  Algo que vai para o lixo e terá de ser reciclado, tornando-se em vários prejuízos: A destruição das árvores, menos oxigénio no planeta, e o acto de reciclar gasta energia e polue. Desejo que ninguém se deixe manipular pelas campanhas em prol do consumismo. E desejo que todos tenham saúde e capacidade financeira para realizarem todos os seus projectos, principalmente aqueles que forem benéficos para toda a Corrente de Vida.

Florinda Isabel