quinta-feira, 30 de novembro de 2017

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

OCULTO REVELADO: A VERDADE: O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 50 - R...

OCULTO REVELADO: A VERDADE: O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 50 - R...: "Apesar de tudo, existe qualquer coisa.... Se estais realmente interessado" (JACQUES BERGIER) Quem somos, onde est...

EXCESSO DE LIMPEZA POR FORA, FALTA DELA POR DENTRO...


Estou farta! Farta, é pouco! Estou fartíssima! Saturada! Desgostosa!
Como é possível existir tanta ignorância neste planeta? Um planeta de "sábios", que passam o dia a enviar Pensamentos, a darem conselhos, blá,blá, blá!
Sábios que se metem debaixo do chuveiro demoradamente... que se vacinam contra todas as moléstias... que só vestem roupa íntima muito bem passada a ferro, não vá dar-se o caso de algum bichinho mal intencionado ter poisado na sua lingerie e ter deixado lá a sua peçonha...
E depois, enchem a pança de nacos de cadáveres, sem acreditarem que estão a ingerir as larvas astrais que os gritos do animal atraiu, ao sentir suas goelas serem cortadas!
Porque as larvas astrais vivem do medo e do sangue que é contaminado com ódio, pois é isso que o animal sente ao ser morto: ódio àqueles que o vão comer! Ódio àqueles que têm possibilidade de viver de outros alimentos, sem necessitarem tê-lo obrigado a perder a sua vida!
Excesso de cuidados higiénicos externos, nenhuns internos...
E mais, as guloseimas que as mamãs cuidadosas higienicamente compram ou dão o dinheiro para os pimpolhos comprarem (tipo gomas) são produzidas com o lixo que sobra depois de terem sido apuradas as partes comestíveis dos cadáveres, cujo lixo consta de: músculos, peles, olhos, restos de alguma coisa que extraíram (não posso mencionar...Ui! Ui!)... Se calhar, até parte da "passaroca" das vacas e o equivalente dos bois entram na confecção... Brrrr!
Nós não nascemos para andar nestas correrias a caminho dos médicos! Cada vez abrem mais clínicas! Cada vez abrem mais farmácias! Cada vez morre mais gente subitamente!
Só não há maneira de a Humanidade abrir os olhos no seu todo, é só um humano ou humana, aqui e acolá... Não chega! São poucos! Temos de atingir a maioria!
Sim, a MAIORIA! Para sermos ouvidos! Para sermos ouvidos no Um, não apenas pelos mais chegados, que amamos, e estamos a assistir à sua destruição.

COMENTANDO UM COMENTÁRIO

Meu Comentário a uma resposta que discordava de um post sobre sobre a procriação.
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Não sei, não... Está cientificamente comprovado, e já os Mestres têm dito, que o planeta tem gente a mais para as suas capacidades e, por isso, muitos jovens nasceriam estéreis E as Profecias "adivinharam" que eles dariam um jeito para contornar o problema e inventariam tudo para terem filhos. Mas que aqueles que não estavam no programa cósmico seriam dizimados... E está a acontecer. E bem vistas as coisas, há quem lute desesperadamente por procriar, mas, depois, não criam ninguém, metem a prole nos infantários , à noite, estão cansados de mais para cuidarem deles, vãos umas pizzas e uns pacotes de batatas fritas para a mesa, e chamam a prole que está a aprender violência através dos vídeojogos. De manhã (bem os oiço aqui onde moro), só se ouvem crianças as chorar, cheias de sono, nervosas, e as mães a arrastarem-nas, a gritarem com elas porque têm de as entregar, e vão chegar atrasadas ao emprego. Ao final do dia, lá vêm nos transportes públicos, agarradas ao telemóvel, ligando para todos os familiares e amigos que possam ir buscar as crianças, pois «o infantário está quase a fechar e eu estou aqui bloqueada numa fila de trânsito, houve acidente, nem o autocarro consegue passar».

terça-feira, 28 de novembro de 2017

BACALHAUZADA IMAGINÁRIA

MINHA BACALHAUZADA IMAGINÁRIA...
Hoje, não me apeteceu trincar o que tenho em casa e decidi ir comer uma sopinha aqui perto da minha casa, mais para esticar um pouco as pernas, pois este tempo invernoso não me seduz para fazer longas viagens.
E descobri que sou totalmente ignorante sobre as espécies de outros viventes que habitam o planeta.
Na mesa ao meu lado, quatro pessoas falavam sobre o que estavam a almoçar e, uma delas, dizia que aquele prato de bacalhau tinha peixe misturado, encontrara outras peles que não eram de bacalhau.
Subitamente, tive alguma esperança de voltar a comer bacalhau sem dar facadinhas no veganismo... Se bacalhau não é considerado peixe e também não pode ser carne, pertence à classe a que se costuma atribuir a frase:«Não é carne nem é peixe», posso comer sem culpas... «Talvez nasça agarrado a algumas plantas marítimas.»_pensei eu. Sendo, portanto, considerado vegetal...
Pelo sim, pelo não, fui ao google certificar-me: soube que o bacalhau é peixe género Gadus, pertencente à família Gadidae, vive em águas frias e alimentam-se de peixes menores, como o arenque, etc.
Tadinha de mim, lá se foi a minha bacalhauzada imaginária...
Kkkkk!
🤣🤣🤣!
Florinda Rosa Isabel

OS ANIMAIS NÃO PRECISAM DE NÓS!


Quando digo que os animais não precisam de nós, é devido a que acredito que não devíamos ter interferido tanto na sua vida livre, domesticando-os, tornando-os animais de companhia, colocando-os dependentes de nós. E nós, procedemos assim, porque temos instinto dominador, começámos a ver que era muito mais fácil dizer para um cachorro: «Senta! Levanta! Está quieto! Vem cá!» do que para uma criança, por isso, muitos são os casais que preferem adoptar um filho peludo do que ter um de carne e osso.
Eu salvei um cachorro de ser abatido, tinha poucos meses, era dum caçador, viveu até aos 18/19 anos, não posso precisar.
Um dia, fez birra e não quis entrar para a escada, eu estava com urgência para apanhar o autocarro, deixei-o ficar na rua. Choveu, quando cheguei estava à porta todo encharcado. Chegados a casa, desci logo e andei com a esfregona a limpar a escada, desde a entrada até ao terceiro andar, onde morava, fazia isso sempre que a sujava ou molhava. Depois, estive a secá-lo com o secador. Quando me pareceu que estava já totalmente seco e desliguei o secador, ele abanou-se e completou o "serviço secagem" com uma chuveirada para cima de mim.🤣🤣🤣!
Florinda Rosa Isabel

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Dancing Birds Compilation (Part 2)

DEUS NÃO PODE SER ADIADO

DEUS NÃO PODE SER ADIADO
«Quanto sacrifício para reencontrar Deus! Fortaleza de ânimo, poder de vontade e de acção, agudeza de sabedoria; por toda a parte um esforço titânico, nunca dominado, para se superar a si mesmo e vencer o mundo; e, a cada passo, um abismo tenebroso que tudo traga, um obscuro poder de destruição que tudo nivela na morte e no olvido.»
(Pietro Ubaldi_ «A Grande Síntese» - pg. 291)
Deus não pode ser adiado.
Talvez seja esta uma das mais belas mensagens que Ubaldi nos transmitiu.
Deus não pode ser adiado.
Esta frase transparece da sua vida e da sua obra.
Que exemplo de coragem e de sacrifício!
Que exemplo para todos nós que estamos sempre adiando Deus... Sempre ocupados.
Umas vezes, desculpando-nos com a vida profissional. Outras vezes, com a falta de condições materiais e ambientais.
A nossa desculpa é sempre o Ter. Precisamos «ter», em primeiro lugar.
A nossa desculpa é sempre o Ter.
Sem dinheiro, sem amigos, sem um determinado número de condições, deixamos de procurar Deus.
Achamos que é sempre preciso o Ter para alcançarmos o Ser.
Essa é a estreiteza da nossa lógica.
Mas será essa também a lógica de Ubaldi? Será essa a lógica do Universo? Será essa a lógica de Jesus?
«Procura primeiro o Reino de Deus e tudo o mais te será dado por acréscimo», disse o divino Mestre. Isso significa que é o Ser que devemos procurar em primeiro lugar (porque o Reino de Deus está dentro de nós) para que o restante (o Ter) nos seja dado por acréscimo.
Infelizmente, a nossa lógica tem sido diferente. De acordo com a nossa lógica, é preciso primeiramente possuir certas condições, para se poder, depois, procurar o Reino de Deus.
É por isso que Deus está sempre a ser adiado.
E, no entanto, Deus é tudo quanto há de mais urgente, É a única realidade que não pode ser adiada. É a única realidade que não podemos guardar para o dia de amanhã. Nem mesmo para o instante seguinte. Deus é tudo quanto há de mais urgente na nossa vida.
Mas, nós estamos sempre adiando Deus. Consideramos que há coisas mais urgentes: se estamos doentes achamos que é urgente consultarmos um médico; se queremos ganhar dinheiro, é urgente realizar um negócio; se temos pressa em chegar a um determinado lugar, é urgente utilizar um meio de transporte. Mas Deus.. pensar em Deus, realizar Deus pode ficar para amanhã. Pode até ficar para o próximo ano, ou até mesmo para quando formos velhos. Não é isso que os jovens costumam dizer? Não dizem eles que se encontram na idade de gozar a vida e que têm tempo, mais tarde, de se ocuparem de Deus, da Religião?
Ah, se fosse possível convencer os nossos jovens do grave erro que estão a cometer!
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"Colecção OMNIA"_ PIETRO UBALDI
Profeta da Nova Era.
(Reflexões) Pág.35/36
José Flórido
CENTRO LUSITANO DE UNIFICAÇÃO CULTURAL
PORTUGAL
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Erupção Vulcão Angung, Bali, Indonésia. 26.11.17

TODOS NASCEMOS PELO ÚTERO DA TERRA



TODOS NASCEMOS PELO ÚTERO DA MÃE TERRA
A propósito da situação em que ficam os animais, tanto os touros como os animais de consumo, pois tanto uns como outros desapareceriam se não dessem lucro, segundo a opinião de muitas pessoas, vou transcrever uma pequena passagem do livreto com excertos do Livro «A Roda da Vida», de Sant Kirpal Singh:
«...A alimentação do homem provém principalmente da terra, do ar e da água. Vemos também que a vida existe em tudo o que se move e não se move. As criaturas móveis vivem umas das outras, tal como na criação estática, isto é, vegetais, plantas, arbustos, ervas, árvores, etc. O homem, no entanto, faz amizade com todas as criaturas (aves e outros animais) que vivem na natureza e transforma-as em animais de estimação. Os antigos sabiam bem que o homem, os animais da terra e do ar se encontravam todos ligados pelo mesmo laço kármico. O homem, com a noção da fraternidade comum, trabalhava duramente para si mesmo e para os seus animais. Lavrava a terra e produzia frutos e alimentos para si mesmo e para as aves suas amigas, para os seus bois e suas vacas. Com o andar do tempo, porém, tonou-se preguiçoso, e acabou por consumir o leite dos animais e também a sua própria carne.»
Agora, me digam, por favor: Não haverá hipótese de se criarem touros e não existirem touradas? Por que é que as pessoas que gastam dinheiro para assistir ao sofrimento do animal, não poderão contribuir com a mesma quantia para ajudar a mantê-los?
E os Governos das Nações, que atribuem verbas de apoio àquela falsa arte de tortura, não poderão continuar a apoiar, não a morte, mas a vida dos touros?
E com os cavalos, idem, idem.
E com a carne de consumo, seria precisamente a mesma coisa: não interferir na reprodução artificial (manipulada pelo homem), dos animais, para que essa comunidade começasse a decrescer até entrar numa quantidade sustentável.
Mas o homem entende que deve manipular os nascimentos dos animais, através de várias práticas escravizantes e anti-naturais.
A era do Amor voltou, mas, agora, teríamos tudo muito mais facilitado, pois o trabalho duro do tempo dos nossos antepassados está muito mais suave.
A Era do Amor chegou para todos, não podemos ignorar isso. Cobrirmos os animais de temperos, pô-los em cima de brasas ou a ferver num tacho, é incompatível com a forma de manifestarmos o nosso amor universal!
Quanto as touros, só se extinguem se deixarmos extinguir a compaixão nos nossos corações, pois quem paga para a violência, também pode pagar para o Amor.
Florinda Rosa Isabel

domingo, 26 de novembro de 2017

sábado, 25 de novembro de 2017

CARNÍVOROS OU CÁRNEOS?

Para quem ainda não aprendeu a distinguir a diferença entre o ser-se Carnívoro e ser-se Cárneo, volto a repetir o que eu e todos os activistas dos Direitos dos Animais estamos fartos de dizer, mas que, pelos vistos, custa a ser compreendido:
CARNÍVOROS:
São os animais que caçam os outros que pretendem comer, espetam-lhes os dentes na garganta, matam-nos e começam a devorá-los, crus e sem tempero, não precisam de ninguém para nada!
CÁRNEOS:
São os animais humanos que, tanto podem matar como contar com outros para fazerem o trabalho sujo, mas nunca pelos seus próprios meios, precisam de artefactos, como armas de fogo, arco e flecha, armadilhas, para os animais silvestres; para os criados em cativeiro precisam de muita maquinaria para os esquartejar ou, apenas uma faca para os degolar. Depois, têm que lhes retirar as penas ou a pele (por vezes ainda a darem sinais de vida) em água fervente. Tem de os assar ou cozer, carregados de temperos, pois os cárneos não conseguem comer os animais crus ou sem disfarçarem seu gosto cadavérico fortemente com temperos.
Ainda existem outras diferenças:
Os animais CARNÍVOROS abstêm-se de manipular a fecundação das outras espécies e só matam e comem aqueles animais que se reproduzem naturalmente aquando os seus ciclos de cio.
Os CÁRNEOS, aguardam que especialistas na fecundação artificial amarrem os animais machos de grande porte, lhes espanquem os testículos e os masturbem através de aparelho próprio, para, depois, enfiarem o braço na vagina das fêmeas e aí depositar o material que dará vida a um novo ser...
Outros utilizam chocadeiras e luzes eléctricas para a reprodução não-natural das aves, para enganarem seu ciclos biológicos e estes confundirem as noites com os dias, fazendo com que nasçam e, depois, se alimentem de forma anormal.
Entenderam ou precisam que eu faça uns desenhos?
😠😭😠😭😠😭
Florinda Rosa Isabel
😠😭😠😭😠😭

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

RECONHECIMENTO DOS DIREITOS DA NATUREZA





    Reconhecimento de Direitos da Natureza
    1 h
    Carta enviada ao Presidente da Assembleia da República exortando à assinatura e divulgação desta petição
    "Exmo. Senhor
    Presidente da Assembleia da República
    Dirigem-se os signatários desta missiva a Vossa Excelência, a propósito dos incêndios florestais ocorridos em Portugal, quer em Pedrógão Grande, quer mais recentemente em outras regiões do centro do país, onde chegaram a lavrar cerca de 400 fogos no mesmo dia. Pese embora não olvidemos a colossal tragédia humana que se abateu sobre o nosso país, e estejamos conscientes de que esta iniciativa não poderá minimizar, por ora, o sofrimento e pesar que todos sentimos, em especial, os familiares das vítimas, consideramos ainda assim pertinente que Vossa Excelência tome conhecimento desta iniciativa.
    No quadro de uma Iniciativa Europeia de Cidadãos, um grupo de cidadãos portugueses criou uma petição, ao abrigo da lei que regula e garante o exercício deste direito, que exorta o Parlamento português a legislar no sentido de reconhecer juridicamente direitos à Natureza, à semelhança do que tem vindo a suceder noutros países, como a Nova Zelândia, a Índia, a Bolívia, e o Butão, para citar alguns exemplos. Com esta petição, pretendem os signatários que o legislador reconheça que a inviolabilidade da vida humana, proclamada no artigo 24.º da nossa Lei Fundamental, e que é o bem jurídico por excelência no nosso ordenamento e, por isso, com tutela constitucional e infra-constitucional reforçada, não pode ser desligada de uma tutela jurídica da vasta rede de vida (não humana), de que depende profundamente.
    Como evidência desta interpenetração, a Carta da Terra, em cujos princípios se ancora esta petição, tende a substituir a expressão “meio ambiente” por “comunidade de vida”, pois, como refere Leonardo Boff em artigo intitulado “Onde está o nó da questão ecológica (I)?” (disponível em https://leobardoboff.wordpress.com
    ), a moderna biologia e cosmologia ensinam que todos os seres vivos são portadores do mesmo código genético de base (…) resultando desta constatação que um laço de parentesco une todos os viventes, formando uma comunidade de vida a ser “cuidada com compreensão, compaixão e amor” (Carta da Terra, n.º I, 2).
    Integra essa “comunidade de vida” o planeta Terra, não apenas como suporte de toda a vida, mas também como entidade dotada de vida, de acordo com as conclusões a que chegou já boa parte da comunidade científica, sendo que o formulador principal desta visão, James Lovelock, apelida a Terra de “Gaia” (nome da mitologia grega para designar Terra viva). Em face desta mesma constatação, a ONU, em 22 de Abril de 2009, aprovou por unanimidade, em sessão geral, apelidar a Terra de Mãe Terra, Magna Mater e Pachamama.
    Pergunta Boff que conclusões deveríamos retirar destas mais recentes descobertas científicas. E sugere: “Devemos mudar o nosso olhar sobre a Terra, a Natureza e sobre nós mesmos. Ela é a nossa grande mãe que (…) merece respeito e veneração. Quer dizer, conhecer e respeitar seus ritmos e ciclos, sua capacidade de reprodução, não devastá-la como temos feito desde o advento da tecnociência e do espírito antropocentrista que pensa que ela só tem valor na medida em que nos é útil.”
    Contudo, pensamos, não é suficiente mudar o nosso modo de ver a Terra, a Natureza e o ser humano. É necessário agir em conformidade com essa visão nova. A Carta da Terra aponta o caminho a seguir. Citamos, de novo: “Como nunca antes na história, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. (…) Isto requer uma mudança na mente e no coração. Requer um novo sentido de responsabilidade global e de responsabilidade universal. Devemos desenvolver e aplicar com imaginação a visão de um modo de vida sustentável aos níveis local, nacional, regional e global.”
    Esta exortação responsabiliza-nos, convocando-nos a agir nos mais diversos campos, incluindo o campo normativo.
    Estamos cientes da existência de uma Constituição Ambiental dentro da nossa Lei Fundamental. Verificamos, porém, que todo o Direito Ambiental nacional assenta na visão errónea da Natureza (ou da Terra), como um recurso inerte a explorar ilimitadamente, ainda que com observância de determinadas (muitas) regras, com vista à satisfação das necessidades de todos ou de apenas alguns, consoante os casos. Estamos, de igual modo, cientes de que tal exploração, ainda que ancorada num acervo normativo que a permite e regula, tem sido e é ineficaz na efectiva protecção do património natural que é de todos: a água, o ar, as florestas, os solos, os sub-solos, o mar, etc., etc. Ao invés, tal protecção redunda numa desprotecção daqueles componentes naturais que constituem o suporte da existência de vida na Terra, o nosso Lar, na terminologia da Carta da Terra (preâmbulo).
    Todos os anos vivemos o drama dos incêndios florestais que não apenas dizimam o nosso património florestal como também ceifam vidas - vidas humanas e vidas não humanas. Desaparecem florestas inteiras, as grandes produtoras do oxigénio que respiramos. Como podemos pretender assegurar a inviolabilidade do direito à vida, se não soubermos salvaguardar as condições bióticas de que depende essa vida? Cremos profundamente que, o reconhecimento de direitos à Natureza, nos termos peticionados, ou noutros semelhantes que assentem na percepção da Terra como comunidade de vida, e não como conglomerado de recursos inertes, providenciará uma actuação a montante realmente eficaz, sendo simultaneamente causa e efeito da mudança de paradigma mental e, consequentemente, normativo, que já peca por tardio.
    Portugal tem sido pioneiro em alguns dos grandes momentos da história da humanidade, como nos Descobrimentos, na abolição da escravatura e na abolição da pena de morte. E, a propósito da diferença que queremos e devemos ser no mundo, exorta-nos o Papa Francisco, na sua última encíclica intitulada “Laudato Si” a uma “conversão ecológica”, invocando uma “solidariedade universal” para “unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral”.
    Portugal pode (e deve!) ser pioneiro também nesta aspiração de alcance planetário, juntando a sua voz à dos outros países, acima referidos, que reconheceram direitos intrínsecos à Natureza, e especificamente, aos seus maiores rios (como no caso da Índia e da Nova Zelândia), e às suas florestas e parques naturais.
    Devemos perguntar-nos agora: Que património natural e cultural deixaremos às gerações vindouras? Um património natural delapidado e morto constituirá uma “dívida ontológica” que jamais poderemos pagar, (expressão feliz de Viriato Soromenho-Marques, também signatário desta petição, a propósito da crise ambiental que vivemos e que ainda não sabemos pensar devidamente).
    Apelamos aos bons ofícios de V. Exa., no sentido de alertar as consciências para esta problemática transversal, inserindo-a na agenda das prioridades políticas, no quadro da efectiva garantia da vida e da dignidade da(s) pessoas humana(s), da paz e do desenvolvimento sustentável que a garante.
    É essa preocupação que se encontra vertida nesta petição que exortamos Vossa Excelência a assinar e a divulgar amplamente, a fim de que sejam reunidas as necessárias assinaturas que permitam a sua apreciação em Plenário, nos termos do artigo 24.º da Lei que garante e regula o exercício do direito de petição. Em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=direitosdanatureza

    Antecipadamente muito gratos pela atenção que V. Exa. possa dar a este assunto,
    Subscrevemo-nos, atentamente
    Alexandra Monteiro Marcelino
    Ana Sofia dos Santos Costa
    João Miguel Louro
    José Manuel Ferreira Anacleto
    Jorge Domingos Bastos Moreira
    Paulo Alexandre Esteves Borges
    "You cannot go through a single day without having an impact on the world around you. What you do makes a difference, and you have to decide what kind of difference you want to make." — Jane Goodall
    "Não podemos proteger os nossos próprios direitos, sem o reconhecimento de que esses mesmos direitos dependem da salvaguarda dos direitos da Terra." - Linda Sheehan of Center for Humans and Nature.

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BEM ESTAR - Série "Não é bem assim" - Sangramento Nasal

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO (HUMOR)











 

 (Enviada por e-mail pelo meu fornecedor habitual. Desconheço a autoria. Florinda Rosa Isabel)



Assunto:  JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO....


 Um grupo de amigos de 50 anos discutia para escolher o restaurante onde iriam jantar.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque as empregadas eram jeitosas e usavam mini-saia e blusas muito decotadas.

10 anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante.
Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque a comida era muito boa e havia uma excelente carta de vinhos.

10 anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante.
Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque tinha uma rampa para cadeiras de rodas e até um pequeno elevador....

10 anos mais tarde, aos 80 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical. Todos acharam que era uma grande ideia porque nunca lá tinham ido...

    Vai-te rindo vai...  

PESCA DE ARRASTO... ELÉCTRICA!


A União Europeia Autorizou a Pesca de Arrasto Eléctrica! 
Arrastados deviam ser todos aqueles que ainda não compreenderam que é devido à interferência humana noutros sistemas de vida, neste caso a vida marinha, é que o planeta tem vindo a sofrer catástrofes atrás de catástrofes!
Cambada de idiotas comilões de tudo o que mexa!
E cambada de exploradores dos recursos naturais da Terra e do Mar!
O peixe miúdo que lá vive é para alimentar o graúdo. E o graúdo não é para ser caçado pelo home
As baleias, por exemplo, de cada vez que soltam um repuxo, revigorizam toda a orla marítima! E os golfinhos são os únicos seres que conseguem suportar as energias dos nossos irmãos cósmicos que pretendam contactar-nos, pois o seu sistema de vida não fica danificado. E que se compreendem telepaticamente,sem terem de se "mascarar" de astronautas... Por isso os "tais" andam furiosos a chaciná-los, para que eles não recebam as mensagens que nos alertem dos perigos que nos cercam.
Corja de gente gananciosa! Arregacem as mangas e cultivem os terrenos que têm abandonados, poupam no ginásio e produzem alguma coisa!
Brrrrrrrrr!
😭😭😭😭
(Florinda Rosa Isabel)

ALMAS GÉMEAS... BLOQUEADAS!






Há tempos, através dum post de Thoth, que recebi por e-mail e partilhei para o google, twitter e facebook, utilizando seus próprios links que se encontram no final, mas este foi bloqueado no facebook...

E de que constava? Falava sobre Almas Gémeas, dizia que as verdadeiras almas gémeas sãos as espirituais que, poderão_ou não_ ser as mesmas a que nos ligamos fisicamente.
A postagem, bastante longa como o são todas as que abordam tudo em profundidade e não, apenas, superficialmente, continha várias imagens. 

Logo, por azar meu, a imagem que ficou na apresentação do post no facebook era de dois seres saídos de um ovo, ela de uma metade da casca, ele do outro, de braços estendidos agarrando-se pelas mão e tocando levemente os lábios. Mas eram, apenas, pinturas, arte! Não se viam sexos, apenas os lados da nádegas. E muita luz e alguns dourados à sua volta.
Isto era para exemplificar o que acontece àqueles seres evoluídos que já conseguem sair do corpo e viajar pelo Cosmos, quando se encontram uns com os outros atraídos pelas suas energias.
Muito sinceramente, penso que ainda não sucedeu comigo, mas tenho de admitir que nossa memória fique bloqueada ao acordarmos, se ainda não estamos suficientemente preparados para compreender certas situações ligadas aos nossos corpos etéreos, pois isso poderia perturbar o bom funcionamento do nosso dia-a-dia terreno.
Bom! Ainda hoje não consigo compreender o que tem de escandaloso um corpo humano, se apresentado como arte ou mesmo nu, caso seja com intenção de explicar algo sobre ele. Se grande parte dos humanos começaram a denegri-lo, isso não deve ser levado em conta quando um corpo é exposto com uma finalidade útil, como era neste caso. E nem corpos de verdade eram, apenas pintura.
No entanto, vejo por aqui postagens com jovens a rebolarem seus bumbuns totalmente descascados, viram a cabeça para trás a rirem-se e darem-lhes palmadinhas, depois viram-se de frente e agarram com ambas as mãos as duas redondinhas e começam a abaná-las, a seguir colocam uma "gaiola" à frente daquilo que estão a pensar e começam a fazer festinhas no passarinho, chegando mesmo a enfiar-lhe um dedo bico... E esta "crueldade" de exibir animais silvestres aprisionados não é bloqueada porquê?!
🤣🤣🤣