quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

A AVOZINHA, DE SEU NOME: SABEDORIA

Acredito que esta forma de nos contactarmos, a Internet, pode ser comparada àquela antiga história do Capuchinho Vermelho, que ia levar comida à avó e foi interceptada por um lobo mau,que acabou comendo a avó,vestiu as suas roupas e fez-se passar por ela.
Esta história era para prevenir as crianças de que deviam ser cuidadosas. Pois bem! Vamos imaginar que a internet é uma floresta: por ela viajam "aparentes" Lobos Maus e Capuchinhos Vermelhos.
Eu disse "aparentes" Lobos Maus, porque toda a maldade é aparente e transitória, só o Bem é verdadeiro e eterno.
Ora aqui, no facebook, temos amigos, a maioria deles desconhecida para nós, mas devemos acreditar que sua intenção não seja a de comer a Avozinha, mas, sim, juntar-se ao grupo que quer levar a cesta com os mantimentos para a Avozinha, chamada SABEDORIA, cujos mantimentos que se encontram na cesta dão pelos nomes de Coragem, Verdade, Fé e Amor, todos cobertos e protegidos por uma toalha de Luz.
A Avozinha não precisa desses mantimentos, ela nutre-se diariamente da Fonte Primordial, mas nós, ao levarmos a cesta com todos estes mantimentos junto dela, estes recebem a sua Bênção_ ou seja: a Mão de Deus poisa neles.
Sejamos gratos à Vida e aos Amigos que nos escolheram para o seu círculo de amizades.
Minha gratidão a todos, sejam Amigos, Seguidores ou Internautas em geral.
Abraço fraterno.

Florinda Rosa Isabel

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A LUZ, ESPÍRITO VIVO


Novo livro - A Luz, Espírito Vivo



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A todos, a nossa saudação.

Caros Amigos,

Temos o gosto de informar que está disponível mais um livro com ensinamentos do Mestre Omraam Mikhaël Aïvanhov, e que esteve esgotado há anos. O seu título é "A LUZ ESPÍRITO VIVO" e poderão já vê-lo na Colecção "Prosveta". O seu custo é de € 10,00.

SINOPSE:
«Nenhuma criatura pode subsistir sem um certo número de elementos, que recebe do exterior. Apenas o Criador escapa a esta lei, Ele não necessita de nada exterior a Si, e é neste sentido que se pode dizer que só o Criador é livre. Mas, como Ele deixou em todas as criaturas humanas uma centelha, um espírito que é da mesma natureza que Ele, cada uma pode libertar-se das limitações do mundo exterior e, graças ao espírito, criar aquilo de que necessita... O Ensinamento que eu vos trago é o do espírito, do Criador, e não o da matéria, da criação. Por isso vos digo: entrai no domínio do espírito que cria, que modela, que dá formas, e escapareis cada vez mais ao domínio do mundo exterior, sereis livres.»


As encomendas poderão ser efectuadas através de e-mail para flora@publicacoesmaitreya.pt, ou pelos telefones 222 012 120 - 919 098 583.
A liquidação é feita através de transferência em multibanco para o NIB 0010 0000 5123 2850 0010 4 e o custo de envio para Portugal Continental e Ilhas decorre por nossa conta, como habitualmente.







capa do livro









Até breve!
24 de Janeiro, 2018

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sugerimos que o faça para: webmaster@publicacoesmaitreya.pt

ARTIGO DE JANEIRO, 2018/JORNAL VOZ DA MINHA TERRA, CONCEHO DE MAÇÃO_PORTUGAL

PEDIR A DEUS…

É muito interessante ouvir o que algumas pessoas dizem, a respeito dos pedidos que fazem a Deus, tipo «Já pedi a Deus mais um ano de vida».
No entanto, pouco fazem para que essa sua vontade seja satisfeita, uma vez que temos o livre-arbítrio e, se cometermos erros, não será Deus que vai impedir de colhermos os resultados.
Será que Deus retira do prato de alguém o mau alimento lá colocado? Será que Deus impede alguém de ir para as noitadas, andar na farra, a beber, a fumar, e por aí…?
Infelizmente, muitos são os crentes que acreditam que Deus está só dentro das igrejas, assiste à Missa e, depois, pega num saquinho e vai dar milho aos pombos… Por isso, quando saem e vão em grupo, começam logo nas críticas…
Jesus disse: «Homem, conhece-te a ti mesmo!» Alguém se interroga o que Ele quis dizer com isto?
Ora,se nos conhecermos a nós mesmos, compreenderemos perfeitamente e devemos associar àquela expressão que tenho lido de grandes pensadores: «Mudem em vós o que quiserem ver mudado no mundo:
Sim, nossas acções, nossos pensamentos, tudo isso se reflecte à nossa volta.
As pessoas apresentam-se a Deus como miseráveis pedintes, sempre a pedir tudo e mais alguma coisa Ora isso é quase uma acusação, de que Ele não lhe deu o que essa pessoa precisava.
Nós herdámos um planeta maravilhoso, devíamos agradecer por isso, nossas palavras para Deus deviam ser de louvor e gratidão, uma vez que Ele não é culpado dos disparates que temos feito de que resultou toda a destruição que vemos por aí…
Extrai-se ouro, o petróleo, toda a espécie de minerais, que são o sustento da Terra, pois ela é um ser vivo, se estivesse morta nada produzia. E o que colocamos dentro dela? LIXO e mais LIXO!
Os mares estão repletos de imundície! Os seres que nele habitam estão doentes e a morrer… Alguns não se podem alimentar, devido a ficarem com as latas de bebidas vazias enfiadas das suas cabeças… Outros morrem sufocados ao confundirem plásticos com medusas…
A água dos rios está negra, pois recebe constantes descargas da indústria.
Mas a indústria tem sua laboração equivalente ao consumismo dos humanos, e se estes consumirem menos, essa indústria terá de reduzir sua produção. Tão simples assim!
É um exagero de desperdício que se vê por aí, principalmente na Quadra Natal/Ano Novo! Caixotes de lixo com bolos-rei inteiros! Pessoas que vão pedinchar onde há comida doada, mas não precisam, depois, o que não lhes interessa deitam fora.
No Dia de Natal, só se ouvia perguntar se receberam boas prendas; ninguém perguntava se praticaram boas acções.
Sim, boas prendas, para deitarem fora o que ainda servia, mas passara de moda…
Tenho muitos conterrâneos como amigos no facebook. Só tenho um que partilha os meus textos combativos aos desmandos que se praticam contra a Mãe Terra (Sim, é no seu solo que tudo se cria!): os restantes, ignoram as causas, só publicam os efeitos.
Pois é... Se formos ao médico queixar-nos de algo, ele faz perguntas até descobrir as causas que originaram o efeito do mal de que nos queixamos.
A Mãe Terra também se queixa, como ninguém a quer ouvir, ela vai falando cada vez mais alto… Mas poucos compreendem isso. Assim como não compreendem o assassinato em massa que praticam, com os estúpidos foguetórios, pois os ouvidos dos pobres cães não suportam os estrondos e morrem, a sangrar pelos ouvidos e boca! Todos nós nos apercebemos de que eles uivam quando ouvem certas músicas ou o repicar dos sinos, pois sentem-se muito mal.
Enquanto o homem não tiver compaixão por todos os seres, humanos e não-humanos… «Não se conhece a si mesmo».

04 de Janeiro de 2018

Florinda Rosa Isabel




MAIS UM RECADO AOS AMIGOS DO FACEBOOK...

Amigos:
Uma vez mais venho pedir (faço este pedido com assiduidade) que não me adicionem a grupos onde os membros não possam publicar. Para mim, isso não é um grupo, mas uma página.
Eu sou membro de muitos grupos. Em 10 sou co-administradora. Num sou moderadora. Em todos eles é permitido postar. Uns são livres, noutros têm de ficar para aprovação, E concordo totalmente, para que o proprietário do grupo não venha a ter surpresas desagradáveis. Agora, se um membro não pode postar, está lá a fazer o quê? Só para ver o que outros postam? Para isso não precisa ser membro de nada, basta ver o que os grupos públicos têm e partilhar de lá, se lhe interessar.
Também peço_uma vez mais..._ que não me adicionem a grupos no chat nem me enviem postagens com vídeos e os blá,blá,blás do costume para "ler até ao fim e enviar para todos os amigos", principalmente quando é postagem de amigos comuns, pois eu também tenho conhecimento da importância_ou não_ do assunto em causa.
Nunca vêem nada ou pouco vêem do que posto, por isso, ignoram meus pedidos. Quando passa no seu chat a corrente e o pedido....zaca! Carregar na lista de amigos e pronto!
Eu estou aqui a trabalhar, sou autora de textos, preciso de tempo e atenção, porque a inspiração não falta. O tempo é que é muito limitado, não posso desperdiçá-lo.
Espero que compreendam, o meu caminho não é o caminho dos amigos, o caminho dos amigos não é o meu. Mas o caminho dos que estão do lado do Bem convergem todos para o mesmo Sítio, até que lá nos encontraremos todos, cada um com o seu ramo de flores, para ajardinarmos nosso querido Planeta Terra, este minúsculo pontinho que integra o vastíssimo Cosmos.
Beijinhos para todos.
Florinda Rosa Isabel

PODERES DO PENSAMENTO


Poderes do Pensamento - 23 Janeiro, 2018


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A todos, a nossa saudação.

Caros Amigos,

Como habitualmente às terças-feiras, partilhamos mais um texto que aleatoriamente foi selecionado, esperando que vá ao encontro da necessidade da maior parte de vós. E hoje foi selecionado o livro "PODERES DO PENSAMENTO", do Mestre Omraam Mikhaël Aïvanhov, inserido na colecção "Prosveta".

Parte do I Capítulo: "A realidade do trabalho espiritual" - páginas 27 a 33

Sim, há que dar um trabalho ao pensamento, em vez de o deixar passear, erraticamente, por onde calha. Quando estiverdes na sala de espera de uma estação de comboio ou do dentista, orientai o vosso pensamento nesta direcção para continuardes o vosso trabalho divino. Em que é que pensais que a maioria dos seres humanos ocupa a sua mente quando está no metro, no autocarro ou no comboio? Um pensa em vingar-se de alguém que lhe disse umas certas coisas, outro pensa em seduzir a mulher do seu melhor amigo, outro pensa em afastar um colega do seu caminho. Todos têm sempre algo em mente, lá isso é verdade, mas muitas vezes são pensamentos feios, nocivos, relacionados apenas com a satisfação das suas cobiças ou com ajustes de contas com o vizinho. Dificilmente vereis uma pessoa ou outra que tenha alguma comunicação com o Céu. As restantes estão mergulhadas em preocupações vulgares ou criminosas. Eu bem vejo! Aliás, nem é difícil, não há nada mais claro: tudo o que se pensa e tudo o que se deseja se reflecte em nós. As pessoas julgam que podem esconder o que pensam e sentem, mas não; de uma maneira ou de outra, isso transparece… sobretudo quando se quer escondê-lo!
Sim, vale a pena pôr de parte algumas ocupações que não vos conduzem a nada e dedicar mais tempo a actividades espirituais. É nessas actividades que finalmente ireis respirar, renascer; elas é que vos libertarão do Príncipe deste mundo, pois esse domínio não lhe pertence e vós não ficareis em dívida para com ele: nesse momento, todas as riquezas e bênçãos que receberdes ser-vos-ão dadas por outros seres, por entidades celestes, e sentir-vos-eis livres, livres, livres... Meditai nestes três métodos de trabalho.
O essencial no nosso Ensinamento é a maneira de trabalhar; os conhecimentos, os conhecimentos dispersos, qualquer um pode encontrá-los nos livros. Existem tantos livros por aí… bibliotecas cheias!… As pessoas lêem-nos mas não fazem nenhum trabalho. Aqui, o que conta é o trabalho. O que eu vos disse até este momento são explicações teóricas, preliminares, que são indispensáveis mas ainda não são o trabalho.
O trabalho ainda agora está a começar. É agora que ides começar a trabalhar. Apenas com estes três métodos, há trabalho para toda a gente, por toda a eternidade; mas estareis vós prontos a fazer este trabalho?
Tenho encontrado muitas pessoas que me disseram: «Ah! A vida espiritual é formidável! Eu gostaria de me consagrar a ela, mas primeiro preciso de resolver alguns compromissos para com o meu marido, ou para com a minha mulher, os meus filhos, etc.» Está bem, de acordo. Mas eu via-as dez ou vinte anos mais tarde e verificava que elas ainda não tinham conseguido livrar-se daqueles compromissos; algumas até já morreram ser ter conseguido dedicar um minuto sequer à vida espiritual. Porquê? Porque o seu raciocínio estava errado! Para se iniciar o trabalho espiritual não se deve esperar pela resolução deste ou daquele problema, porque nunca nada ficará verdadeiramente resolvido, haverá sempre algo que não está bem. Não espereis: mesmo que nada esteja resolvido, começai desde já a viver a vida espiritual e tudo melhorará.
O que quer que façais no domínio material, as coisas nunca estarão definitivamente em ordem. É exactamente como se tentásseis dar forma esférica a uma bola furada. Quando conseguis encher a concavidade de um lado, logo ela se forma do outro. Vós sentis-vos tranquilos, pois finalmente estais reformados, os filhos estão criados, casados, instalados… Mas eis que surgem problemas entre os casais e é preciso resolvê-los. Ou então aparecem os netos e é preciso tomar conta deles, e assim por diante…
A casa tornou-se pequena e é necessário mudar… Depois é um ou outro que adoece… Eu vos digo: é interminável.
Portanto, não espereis para começar o trabalho espiritual, o trabalho do pensamento, pois será graças a ele que encontrareis as melhores soluções para todos os problemas com que ireis deparar-vos. Não conteis com mais nada. Enquanto não puserdes este trabalho em primeiro lugar, só tereis decepções, não conhecereis nem a satisfação nem a plenitude. Se interrogardes os cristãos, eles dir-vos-ão que contam com o Senhor, com a Providência. Mas então por que é que eles estão sempre doentes, infelizes, na miséria? Por que é que o Bom Deus não vem curá-los e fazê-los felizes? Simplesmente porque não pode; Ele não pode ajudá-los porque eles não plantaram nada, não semearam nada que desse às forças do universo um motivo suficiente para agirem. Eles que lancem uma semente à terra e depois observem como a chuva e o sol vêm fazê-la crescer!... Sim, lançai uma semente à terra – simbolicamente falando – e todas as forças do Céu e da terra estarão convosco, podereis contar com elas para obter resultados.
O trabalho do pensamento é a única coisa em que eu acredito; ele dá um sentido divino a todas as actividades da vossa vida, tornando-as benéficas para vós e para todas as criaturas do mundo. Este trabalho é que vos irá ajudar, apoiar e proteger. Regra geral, as actividades profissionais das pessoas só mexem com elas superficialmente; ir à fábrica ou ao escritório, trabalhar num laboratório, fazer política, tratar de doentes, ensinar crianças… está tudo muito bem, mas isso não pode despertar as forças que o Criador nelas depositou, a não ser que ao mesmo tempo, por intermédio do pensamento, elas façam um trabalho que toque as raízes do seu ser.
Aprendei a fazer este trabalho que dará resultados infinitos que ninguém poderá tirar-vos, pois é um trabalho que realizais em vós mesmos, lá onde mais ninguém tem acesso. Mesmo que tenhais uma profissão extremamente importante e interessante, começai também este trabalho interior, que dará um sentido a tudo o resto. Continuai com a vossa profissão, mas fazei este trabalho, pois ele é o único susceptível de vos melhorar profundamente e de dar gosto a todas as vossas actividades. Senão, pouco a pouco perdereis o gosto pelas coisas, e perder o gosto é a maior das infelicidades! Por isso vos digo, com toda a franqueza, que para mim nada mais conta além deste trabalho, que podemos fazer todos os dias e graças ao qual acabaremos por remexer todo o universo.
Vou dar-vos uma imagem. Estais à beira-mar e divertis-vos agitando a água com um pauzinho: ao fim de uns instantes aparecem algumas palhinhas, depois umas rolhas e a seguir um pedacinho de papel, que começam a girar em círculo. Vós continuais e alguns barquinhos também entram nesse movimento. Vós continuais… continuais… e pouco depois já arrastastes os grandes paquetes e por fim o mundo inteiro! É apenas uma questão de continuação. Interpretemos esta imagem. O ser humano também está mergulhado num oceano, o oceano etérico, cósmico, mas não sabe que movimentos deve fazer para influenciar o seu meio e obter resultados. Pois bem, esses movimentos são justamente o trabalho de que eu estou a falar. Quando meditais, orais, comeis, vos lavais ou passeais, podeis aproveitar cada uma dessas actividades para vos tornardes mais puros, mais luminosos, mais inteligentes, mais fortes e mais saudáveis. Há tantas ocasiões em que podeis acrescentar, pela palavra e pelo pensamento, um elemento susceptível de vos trazer melhorias, a vós e a tudo o que vos rodeia! Com o tempo, uma melhoria interior acaba sempre por produzir também melhorias exteriores.
Portanto, é isto: o trabalho é que conta, e, depois de ter descoberto o verdadeiro trabalho, o discípulo nunca mais pára. Eu recordo-me de que, era eu ainda muito novo, o Mestre Peter Deunov tinha o hábito de me repetir estas três palavras: «Rabota, rabota, rabota. Vrémé, vrémé, vrémé. Véra, véra, véra.» Isto quer dizer: o trabalho, o trabalho, o trabalho; o tempo, o tempo, o tempo; a fé, a fé, a fé. Ele nunca me explicou por que é que repetia estas três palavras, mas durante anos aquilo preocupou-me e eu compreendi que ele tinha condensado nelas toda uma filosofia, que é a seguinte: é necessário o trabalho, mas também a fé, para desencadear e continuar esse trabalho, e sobretudo o tempo. Sim, é preciso tempo! Não deveis julgar que tudo vai realizar-se de repente. Agora sei o que é «vrémé»: os anos passaram e eu constato que «vrémé» é algo muito importante!
E o trabalho?!... Quanto há ainda a dizer sobre esta palavra! É claro que os humanos trabalham, fazem uns trabalhinhos para ganhar a vida, mas isso não é o verdadeiro trabalho. Eles semeiam, transpiram, cansam-se e julgam que trabalham porque têm uma ocupação para garantir o pão de cada dia. Não, eles ainda não começaram, pois o trabalho, tal como os Iniciados o compreendem, é a actividade de um ser livre, é uma actividade nobre, grandiosa.
O trabalho espiritual subentende actividades de uma natureza particular. Hoje eu fiz-vos entrever pelo menos três desses trabalhos, mas há muitos mais à vossa espera.






capa do livro









Até breve!


23 de Janeiro, 2018

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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Deva Premal - Moola Mantra (38 min)

PRIMEIRO, ESTÃO AS CAUSAS; DEPOIS, OS EFEITOS QUE ELAS PRODUZEM...

PRIMEIRO, ESTÃO AS CAUSAS; DEPOIS, OS EFEITOS QUE ELAS PRODUZEM...
Por favor, não me enviem para o chat desgraças para eu partilhar e encher os chats de todos os amigos e amigas, desde que, paralelamente, não publiquem e não partilhem as causas que produzem esses efeitos.
E a principal é o assassinato dos nossos irmãozinhos, os animais que nós chamamos de irracionais, mas que até têm muito mais raciocínio que o dito humano.
Não são eles que cortam a vida dos rios com a colocação de altos muros, a que dão o nome de barragens Sim, barragem, barrar a livre circulação do rio, um ser vivo...Não são eles que criam as bombas destruidoras, não são eles que metem os humanos em gaiolas e grades; não são eles que obrigam os humanos, à custa de chicotadas, a executarem habilidades, para os exibirem e ganharem dinheiro à custa do seu sacrifício. Sim, porque tudo aquilo que um animal é obrigado a fazer, que não faz sozinho sem ser à custa do chicote, é sacrifício! E, como paga, os seus exploradores têm-nos em alojamentos impróprios, algumas vezes atolados nas suas própria fezes. E passarem fome!
E deixem de os comer! Animais não são comida! Na Nova Era, a Idade do Ouro que já chegou em pleno (o que por aí anda de mal são resquícios de muitas mentes obtusa que se recusam a conhecer a realidade do tempo presente), um humano comer um animal pode ser considerada uma certa forma de canibalismo. Sim, os animais suprimem-se entre si. O homem não tem o direito de interferir. Nem tem o direito de interferir na sua procriação, com alternativas de inseminação por sua conta.
O Cosmos reclama o sangue derramado por tantos inocentes, pois alguns humanos, ao devorarem os animais, bestializaram-se, praticam sexo com outros animais, com os seus bebés, acabando por os matar!
O que tem sido "perdoado" até há algum tempo ao humano-não esclarecido, tipo selvagem, já não o é nesta época que atravessamos.
O Zodíaco segue nos seus ciclos normais, não vai parar por causa de alguns retrógados. As Leis foram explicadas, a violência do assassinato dos animais com as goelas cortadas e anda a mexerem-se; os frangos ainda ainda vivos, apesar dos golpes no pescoço, a passarem por água fervente, para as penas caírem mais depressa, os touros reprodutores a levarem pancadas nos testículos, para melhor lhe tirarem o sêmen, que depois era introduzido nas vacas através do braço de um humano enfiado na sua vagina, e muito mais sofrimento indescritível, que nem menciono, para não chocar mais ainda, respondam que antes não queriam ver... Pois! Mas o facto de não verem, não impedia que estas coisas fossem feitas. Mas a cobardia dessas mentes retrógadas, preferia ignorar.
Eu também comi carne e degolei galinhas. E assistia à matança dos porcos e preparava os enchidos, em casa dos meus Padrinhos. Era a vida da província, Os tempos eram outros, não havia a variedade de alimentação natural, viva, de plantas e frutos, como há actualmente. Nem o conhecimento de que não estamos separados de Deus. Não somos Deus, mas somos co-criadores com ele. Nós, com as nossas acções, sentimentos e pensamentos, criamos e mantemos constantemente o universo onde nos encontramos.
E este nem chega a ter o tamanho de um mosquito, integrado, como está, no meio de milhões de galáxias.
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Florinda Rosa Isabel