De uma Conferência improvisada do Mestre Omraam Mikhael Aivanhov.
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_... Por isso, de agora em diante não considereis como um sinal de fraqueza o facto de eu agir do mesmo modo que certos Mestres hindus e de não procurar impor-me a vós. Se pudésseis surpreender-me quando estou a lidar comigo próprio, veríeis como eu comando, como me imponho. Mas convosco, não. Quando se trata do meu foro íntimo, é outra coisa, mas a vós, porque deveria eu dar-vos ordens? Sois criaturas de Deus, e se alguém deve dar-vos ordens é o próprio Deus. Podeis dizer: «Sim, mas algumas vezes o Mestre sacode-nos, dá-nos uns abanões.» É verdade, às vezes sou obrigado a insistir sobre alguns pontos, sobre alguns valores, mas nunca vos forço a agir num determinado sentido.
Uma coisa que me impressionou muito na minha juventude foi o facto de a minha mãe nunca me obrigar. Ela dizia-me sempre: «Escuta: se fizeres tal coisa, terás um resultado, se fizeres uma outra coisa, terás outro resultado.» Ela mostrava-me sempre dois caminhos e a suas consequências. E eu faço o mesmo: por vezes, chamo certas pessoas à atenção e até lhes digo coisas terríveis que elas precisam de ouvir, mas nunca obrigo ninguém a fazer o que quer que seja.
Aliás, senão consigo convencer os humanos, não me desespero, fico tranquilo. Eu tenho um colaborador, ou antes, uma colaboradora formidável: a vida. Eu, provavelmente, sou um instrutor sem importância, mas a vida é perfeita. Vós podeis gritar, arrancar os cabelos de desespero, mas isso de nada vale, ela é implacável; nenhuma lágrima nem nenhum ranger de dentes pode comovê-la. Quando tendes um acidente, quando ficais arruinados, quando os vossos amigos, a vossa mulher, os vossos filhos vos abandonam, quando sois despedidos do vosso emprego ou a vossa casa se incendeia, aí tendes matéria par reflectir. Mas, infelizmente, isso não quer dizer que ireis automaticamente encontrar a verdade. Muitas vezes, vos chorais, quereis suicidar-vos, mas não compreendestes nada.
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Colecção Izivor, Publicações Maitreya_Portugal
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(Florinda Rosa Isabel)
Aliás, senão consigo convencer os humanos, não me desespero, fico tranquilo. Eu tenho um colaborador, ou antes, uma colaboradora formidável: a vida. Eu, provavelmente, sou um instrutor sem importância, mas a vida é perfeita. Vós podeis gritar, arrancar os cabelos de desespero, mas isso de nada vale, ela é implacável; nenhuma lágrima nem nenhum ranger de dentes pode comovê-la. Quando tendes um acidente, quando ficais arruinados, quando os vossos amigos, a vossa mulher, os vossos filhos vos abandonam, quando sois despedidos do vosso emprego ou a vossa casa se incendeia, aí tendes matéria par reflectir. Mas, infelizmente, isso não quer dizer que ireis automaticamente encontrar a verdade. Muitas vezes, vos chorais, quereis suicidar-vos, mas não compreendestes nada.
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Colecção Izivor, Publicações Maitreya_Portugal
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(Florinda Rosa Isabel)
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