As Iniciações - 09 Maio 2016
Newsletter da Publicações Maitreya newsletter@publicacoesmaitreya.pt através de amazonses.com
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| A todos, a nossa saudação. |
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Caros Amigos,
Terminámos a semana passada o último capítulo do Fascículo nº. 4, com ensinamentos do Mestre Omraam Mikhaël Aïvanhov.
Como é do conhecimento geral a Feira do Livro de Lisboa decorrerá entre 26 deste mês e 13 de Junho. Como é hábito enviaremos por newsletter a informação acerca de todos os títulos que teremos em "Livro do Dia" e em "Promoção Especial", assim como Lançamentos, Conferências e sessões de Autógrafos para que melhor possam programar a ida à Feira. Este facto vai obrigar-nos ao envio de um número bastante mais elevado de newsletters e, para não vos maçar muito, resolvemos enviar esta semana apenas o texto que aleatoriamente foi seleccionado, dado que não pudemos enviá-lo a semana passada.
Temos ainda outra boa notícia: Quando terminar a Feira do Livro de Lisboa retomaremos o envio de vários Fascículos que gentilmente nos foram cedidos pela Fraternidade Branca Universal, e cuja reedição não está prevista. Eis os títulos dos Fascículos que temos para partilhar convosco:
- A Cadeia Viva da Fraternidade Branca Universal; - A Alma; - O ser humano e as suas diferentes Almas; - Pai Nosso; - A Reencarnação; - A galvanoplastia espiritual - O papel da mãe durante a gestação; - A meditação; - Amar e educar para a VIDA; - O Ano Novo; - A morte e a vida no Além; - A Oração; - Meditações ao nascer do Sol; - A música e o canto na vida espiritual.
O texto seleccionado esta semana pertence ao livro AS INICIAÇÕES", de Maria, inserido na Colecção Missão Lusa:
4º. Capítulo: AS CONSTRUÇÕES SAGRADAS Muitos dos cientistas, historiadores e orientalistas são curtos de vista e ignorantes acerca da História da Humanidade, pois ela não tem milhares de anos, mas milhões. Cada civilização, tem milhares e milhares de anos. Tudo o que conhecemos e ao qual damos o nome de Pré-História, ou até Idade da Pedra, não é senão o começo de outra fase da evolução, após a submersão da Atlântida. Uma civilização leva milhares de anos para chegar ao seu apogeu e outros tantos milhares para a sua decadência. Tudo se processa de tal modo lentamente que, para quem vive, parece que pouco ou nada muda, e põe-se até em dúvida a evolução. Uma grande Iniciação Colectiva está sendo dada actualmente aos povos árabes, ou à religião muçulmana; no entanto, eles estão tão dispersos pelos vários pontos do mundo, que será impensável acreditar-se nisto. Verificamos, no entanto, como eles são unos nas suas crenças e devoções e que, numa Iniciação Colectiva, funciona uma égregora espiritual e mental, que se estende agora a esta religião, ligando-os num todo. A Europa e a América preparam-se para uma grande Iniciação Colectiva: a da emancipação, ou seja, será por estes pontos do globo que a mensagem de Maitreya, o próximo Avatāra, terá maior aceitação e a partir do qual florescerá um novo pensamento, livre de conceitos doutrinais ou dogmáticos limitadores e que têm sido a componente principal das religiões. É nesta “massa” que está cansada das religiões que isto ocorrerá, porque atingiu o tal ponto de saturação e evolução que lhe permite caminhar só. No entanto, os seres que povoam estes pontos, emigraram para aí como Almas e as suas reincarnações anteriores passaram-se no Oriente, e muitas delas na Índia. Maitreya virá do Oriente e embora o Oriente o aguarde não terá tanto efeito, ou haverá tanta mudança, como no Ocidente, pois os povos orientais regem-se por doutrinas ou religiões, dirigidas especialmente ao caminho interno e individual, que já conduzem à iluminação ou libertação das reincarnações na Terra. É o Ocidente que precisa de Maitreya. Precisa de aprender a renunciar ou a desapegar-se do mundo da matéria. Pelas inspirações recebidas acerca do que tenho escrito sobre civilizações e religiões, compreendo e concluo que houve desenvolvimentos paralelos entre o Ocidente e o Oriente e que não foram os povos do Ocidente que, invadindo a Índia, a civilizaram. Houve sim, uma civilização muito própria neste ponto do planeta, englobando a Ásia e nomeadamente a Índia. Por todo este estudo concluo também que a filosofia ou pensamento da Índia está bem mais adiantado, para uma emancipação ou libertação do homem, do que o do Ocidente, embora haja muito orgulho nos nossos filósofos … Neste momento é muito importante a troca entre o Ocidente e o Oriente, pois cada civilização, desenvolveu certas qualidades e características separadamente, para agora se completarem num encontro de culturas e religiões, enriquecedor da evolução do globo; é o que se chama de Nova Era. E é nesta complementaridade e amálgama de pensamentos, aparentemente apresentando-se para os menos esclarecidos como caos, que se encontra o campo propício à vinda de Maitreya: há como que um apelo à restauração de algo que sirva de base à estabilidade universal, os seres procuram outros tipos de pensamentos e de culturas, pois deixaram de satisfazer-se com a sua própria cultura ou tradição. Enquanto o que dava continuidade a uma civilização era exactamente a cultura e religião, agora há uma dispersão e mistura desses valores em quase todo o mundo. No fundo, isto é a preparação para o tal pensamento de síntese que abranja uma parte considerável da humanidade e se torne universal. Assim o que aparentemente é o caos, ou destruição de valores, não o é efectivamente, pois criam-se apenas novos horizontes, produtos das transformações operadas principalmente no interior do homem, através de séculos e séculos. Os eruditos europeus, acerca das antigas civilizações possuem poucos dados para chegar a conclusões definitivas e certas, por terem facilmente inclinações e preconceitos. Temos pois fortes dúvidas acerca do movimento dos povos pelo globo terrestre, tal qual nos apresentam na historiografia oficial, porque não foram os arianos a impulsionar a evolução do Oriente. As invasões dos povos indo-europeus no Oriente foram muito depois de estar estabelecida a civilização indiana, a qual já tinha uma evolução própria e bastante desenvolvida, de que restam vestígios no Vale do Indo. A expressão “Indo-Europeu” é mais uma mera designação linguística, e não corresponde à realidade concreta de europeus invadirem a Índia, ou de povos do norte da Europa que se dividiram em dois grupos, um para a Europa, outro para a Índia. Quando falo de Iniciações Colectivas, quero dizer que depois de elas se completarem, num povo ou civilização, os seres realizados passam para outro estádio de evolução noutro ponto do globo. Refiro-me assim a emigração de Almas e não de corpos. Tanto pode haver uma “leva” de grupos que reincarnam noutro ponto do planeta, para prosseguir a sua evolução, como pode acontecer, simplesmente, de forma individual. Assim, o que se mantém num solo é o valor energético e magnético para determinada cultura e religião, estabelecido de acordo com os seus dados geográficos, porque as Almas, essas passam por vários povos, religiões ou civilizações, conforme a necessidade da sua evolução ou missão. No Cosmo tudo se movimenta, e o que nos parece parado, ou estático, não passa de aparente ilusão. Não temos a percepção desse movimento cósmico, visto nele estarmos inseridos, mas o nosso sistema solar em conjunto movimenta-se em direcção a algo, e isto não só no plano físico, mas também no espiritual: e esta evolução paralela, matéria e espírito do sistema solar, está sincronizada com a de outros sistemas solares também em movimento e evolução. As raças, civilizações e povos estão também sujeitos ao movimento e transformação; assim as Iniciações Colectivas para desenvolver qualquer qualidade, ou característica em conjunto, correspondem sempre, tanto às necessidades da Alma, como às do corpo. Quando esse trabalho está completo, os seres reincarnam noutra civilização, ou raça. Uma raça não tem sempre as mesmas Almas a reincarnar, elas movimentam-se através de vidas e mortes por várias paragens, de acordo com as evoluções requeridas a cada Alma. Quanto à conservação duma cultura ou religião, esta faz-se e mantém-se também pelas construções de templos, monumentos e catedrais. São exemplo e imagens vivas da permanência duma civilização, enquanto as Almas vão e vêm. As construções podem permitir a estaticidade do tempo de milhares e milhares de anos, quantos os necessários à duração dessa civilização. São o elo entre a matéria e o espírito. Toda a arquitectura antiga nos lembra o Sagrado, porque o patenteia em todos os pormenores, simbolizando as relações entre o Céu ou o Divino, e a Terra. Ainda hoje, e apesar de restarem nalguns casos apenas ruínas, no Egipto capta-se essa vibração sagrada, nos templos ou nas pirâmides. Não são meras pedras, material de construção, pois ao ser projectada uma obra, entram em conjugação determinadas forças e energias, tanto materiais, como astrais e espirituais, que obedecem a certa ordem invisível, da qual o templo fica impregnado, emanando o atributo que lhe compete, para influenciar a humanidade correspondente. Entretanto, essas qualidades do templo, ou catedral, ou qualquer outra obra com certos fins espirituais, são mantidas geralmente por anjos, ou outras categorias de seres invisíveis. Quão poderoso e único por exemplo, não seria na Antiguidade, o Templo de Salomão, fortemente carregado de energias para albergar a Arca da Aliança? Poderíamos dizer que, no seu conjunto, eram um gerador de luz, emanando raios divinos para a humanidade, e podemos perguntar-nos por quantos quilómetros se estenderia (e estende …) essa irradiação da Arca? Ela é o maior símbolo do poder espiritual para a evolução humana. Tudo na Terra é feito com um propósito de elevar a Alma do homem ao Divino. Até uma pequena igreja é construída com as bases energéticas e espirituais correspondentes às carências dos seres em seu redor. Uma capela ou igreja, dedicada a uma santa ou a algum santo, pode estar a irradiar a qualidade mais importante e pura com a qual esse ser atingiu a sua realização espiritual. Pela devoção pode-se adquirir essa qualidade necessária a um grupo de Almas que se juntaram a viver nesse lugarejo. Nem elas imaginam, afinal, os laços que as unem, e que podem ser de vária ordem: cármicos, porque noutras vidas, como grupo, podem ter vivido de forma a corromper energias e agora devem equilibrá-las; por missão futura, e são juntas nessa qualidade que será o mote das suas acções; ou ainda, porque foram atraídas pela qualidade do lugar que contém a energia de que elas precisam individualmente. E entre os construtores, os Templários, onde aprenderam a construir os seus castelos? Eles eram uma elite de Iniciados, com conhecimentos esotéricos acerca das energias telúricas e celestiais e estiveram (por um período das suas missões que não foi muito longo, mas eficaz), em ligação com os Planos Invisíveis, ou seja, recebendo inspirações superiores. Belas catedrais se construíram a partir deste período templário obedecendo às mesmas leis superiores e invisíveis, porque nada se constrói sem um propósito, neste caso o propósito de ajudar a evolução espiritual humana. Portanto há períodos de ênfase neste ou naquele ponto do planeta, com acontecimentos misteriosos para o homem profano e que, com o passar do tempo, se transformam em mitos e se tornam incompreensíveis para a maioria. Mitos e lendas é o que fica então, para estimular a imaginação das massas populares que serão atraídas para o mundo oculto e espiritual através do misterioso, como no caso dos Templários. As Pirâmides, cujo nome egípcio é “aimam”, ou seja íman de forças telúricas e cósmicas, foram no Ocidente a grande construção para efectuar a ligação e transmissão espiritual para a Terra e tinham e têm o poder e valor que, mais tarde, incarnou na Arca da Aliança. São Guardiães Espirituais do Planeta. Todas as construções sagradas são afinal o veículo de energias para as ligações dos Planos Invisíveis com a evolução humana. As Pirâmides foram construídas com medidas rigorosamente concebidas para essa captação. Foi com conhecimento científico, rigoroso e profundo que os construtores as edificaram A Grande Pirâmide é um dos Templos Sagrados Energéticos do Mundo mais bem elaborado e de êxito mais conseguido devido ao facto de nessa época tão distante ainda haver a comunicação directa entre os deuses e os arquitectos iniciados. As montanhas, por exemplo, são os pontos primários e permanentes dessa ligação e captação de energias cósmicas. Enquanto o homem não soube construir os veículos de forças, que são os templos, elas mantiveram a ligação entre a Terra e o Céu, pois são os sítios mais puros de irradiação; clamam e recebem as energias necessárias à Terra. Assim, deste modo, a própria natureza é a Mãe dos Templos e edificações sagradas. Entre todas as montanhas, o Himālaya é o maior Foco Energético, tanto a captar quanto a irradiar. Nas mais elevadas montanhas, praticamente, não seriam necessários templos. O que vamos encontrar, perto em geral, são mosteiros, construídos no cimo de certas montanhas menores, como há tantos no Sikkim, no Tibete e na Índia. Quando percorri a vasta cordilheira de montanhas do Himālaya, era no topo dessas montanhas que encontrava os mosteiros, por vezes com os seus caminhos de acesso inacessíveis aos leigos, ou aos estrangeiros intrusos … No Sikkim, por exemplo, cultua-se ainda muito uma montanha, o Kanchenjuga (Khangchendjonga), a terceira montanha mais alta do mundo. Atribui-se-lhe uma divindade que é considerada o deus guardião do país. Muitos dos mosteiros construídos de forma sagrada estão virados para esta montanha dos Himālayas e o maior festival religioso é celebrado em honra do Kanchenjuga, com danças famosas de mascarados, presididas pelos Lamas.

Até breve!
09 de Maio, 2016
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